VAGA ABERTA – AUDITORIA EXTERNA INDEPENDENTE

A Associação dos Produtores Rurais de Carauari – ASPROC tem um processo seletivo aberto para a contratação de serviços de Auditoria Externa Independente (Pessoa Jurídica). O objetivo é auditar as operações realizadas durante o exercício social de 2025, garantindo a transparência, credibilidade e conformidade da gestão contabilística e financeira da instituição perante as exigências legais e parceiros financiadores. 🌿 Principais Atividades e Entregas 👤 Perfil (Pessoa Jurídica) 📄 Como se Candidatar As propostas devem ser apresentadas em papel timbrado da empresa proponente e conter as seguintes informações mínimas: As candidaturas devem ser enviadas para os e-mails asproc.associacao@gmail.com e asprocadm@gmail.com. 📅 Prazo para envio: até às 17h00 do dia 30 de abril de 2026

📢 VAGA ABERTA – CONSULTORIA EM GESTÃO ORGANIZACIONAL

A Associação dos Produtores Rurais de Carauari – ASPROC está com processo seletivo aberto para a contratação de Consultoria para Avaliação e Reestruturação Organizacional, Elaboração de Proposta de Avaliação de Desempenho e Monitoramento das Entregas dos(as) Colaboradores(as). 🌿 Principais Atividades 👤 Perfil da Consultoria 📍 Local e Condições 📄 Como se Candidatar Os interessados deverão enviar os seguintes documentos: Proposta técnica e metodológica, Currículo ou Portfólio da consultoria/profissional e Proposta financeira. Toda a documentação deve ser enviada para os e-mails asproc.associacao@gmail.com e asprocadm@gmail.com, com o seguinte assunto: “Proposta Reestruturação e melhoria da Gestão Organizacional da ASPROC”. 📅 Prazo para envio: até 15 de abril de 2026.

Viagem de Comercialização da ASPROC aos polos do Comércio Ribeirinho fortalece a sociobiodiversidade com abastecimento, acesso a mercados e fomento agroflorestal

Uma ampla ação integrada mobilizou, nos últimos 15 dias, comunidades do Médio Juruá com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento econômico, social e ambiental da região. Apoiada pelo projeto Juruá Sustentável e Solidário, executado pela ASPROC, a Viagem de Comercialização consiste em uma expedição de grande impacto que percorre os 12 polos do Comércio Ribeirinho Cidadão e Solidário (CRCS). A primeira viagem de 2026 contou com a presença da diretoria da ASPROC para interagir presencialmente junto com os comunitários e estabelecer espaços de diálogos avaliativos das ações implementadas no decorrer de 2025. A gestão participativa é a base o alicerce da ASPROC para definir os caminhos a serem percorridos enquanto organização atuante e representativa das mais de 600 famílias associados. O primeiro grande foco é a logística estrutural, colaborando com o abastecimento contínuo dos polos do Comércio Ribeirinho e realizando o escoamento de toda a produção agroextrativista oriunda das comunidades locais. Essa movimentação comercial é essencial para manter os polos comunitários abastecidos e acessíveis pelos associados e gerar renda direta para os produtores que vivem no território. Além do fluxo logístico, a expedição o apoio do Conselho Nacional da Populações Tradicionais (CNS) na emissão do CAF (Cadastro Nacional da Agricultura Familiar) para produtores acessarem mercados públicos e políticas pública de garantia de preço mínimo. O acesso a políticas públicas de mercado garante a comercialização dos produtos da Sociobiodiversidade e valoriza o trabalho no campo e na floresta. Com foco na sustentabilidade e na segurança alimentar, a viagem dedica atenção especial à mobilização territorial e ambiental. Durante as visitas aos polos, está sendo realizado o cadastramento das famílias que participarão de um projeto focado na diversificação da produção agrícola e recuperação de áreas: a implantação de 40 hectares de Sistemas Agroflorestais (SAFs). Através dessa presença constante nas comunidades e nos polos do CRCS, a iniciativa reforça o compromisso de aliar gestão coletiva, conservação ambiental e desenvolvimento socioeconômico de ponta a ponta no Médio Juruá. Veja galeria

Cadeia produtiva da borracha nativa no Médio Juruá ganha força com o trabalho coletivo da ASPROC no escoamento

O Médio Juruá reafirma sua posição como referência em bioeconomia na Amazônia com o início de mais uma etapa estratégica do escoamento da borracha nativa. Este ciclo demonstra que é perfeitamente possível aliar a geração de renda ao fortalecimento das comunidades e à manutenção da floresta em pé. O processo é fruto direto do trabalho de extrativistas e de uma articulação coletiva coordenada pela ASPROC, que organiza e dá suporte logístico e técnico às comunidades produtoras da região. Nesta etapa, o esforço conjunto resultou no escoamento de 43 toneladas de borracha prensada. A relevância econômica dessa cadeia é comprovada pelos resultados da última safra, que gerou renda direta para cerca de 200 famílias no território. Esse impacto social é sustentado por uma rede sólida de parcerias estratégicas, envolvendo o Memorial Chico Mendes, o ICMBio, a SEMA, a COOPERACRE e a empresa VEJA, que juntos consolidam um modelo de negócio baseado na responsabilidade socioambiental, garantindo que o desenvolvimento chegue à ponta de forma justa e sustentável. A operação logística para movimentar essa produção envolve um percurso que integra rios e estradas. A carga sai de Carauari e percorre os 12 polos das Cantinas da Rede de Comercialização Solidária (CRCS), seguindo via rio até Feijó, no Acre. Ao chegar em solo acreano, a produção é transferida para o transporte terrestre e segue de carreta até Sena Madureira, onde é entregue na sede da COOPERACRE. Diferente de atividades que dependem da retirada da cobertura vegetal ou da degradação do solo, a cadeia da borracha nativa se destaca por sua característica regenerativa. O processo consiste na extração do leite da seringueira sem prejudicar a saúde da árvore, aproveitando sua capacidade natural de recuperação através das boas práticas de manejo. Na safra deste ano, o envolvimento de 35 comunidades e o trabalho de 180 seringueiros ativos reforçam a missão de viabilizar os produtos da floresta e agregar valor ao trabalho do extrativista, garantindo que o desenvolvimento econômico ocorra em total harmonia com a preservação da diversidade natural da Amazônia. O sucesso desta etapa reafirma a força das organizações de território, como a ASPROC, na construção de alternativas econômicas que respeitam a biodiversidade e garantem o futuro das comunidades tradicionais.

📢Vaga aberta – Social Media e Gestão de Comunidades

A Associação dos Produtores Rurais de Carauari (ASPROC) torna pública a abertura de processo seletivo para a contratação de profissional de Social Media e Gestão de Comunidade. A ASPROC é uma organização da sociedade civil que atua na organização produtiva, conservação ambiental e desenvolvimento sustentável, representando trabalhadores rurais no Amazonas. Este edital visa selecionar um profissional para atuar estrategicamente na gestão de canais digitais, fortalecendo a visibilidade das cadeias da sociobiodiversidade e a interlocução entre a base produtora e parceiros institucionais. Informações Gerais Responsabilidades e Atribuições Requisitos Necessários Processo de Candidatura Os interessados devem encaminhar a documentação para o e-mail asproc.associacao@gmail.com com o assunto “TDR 006 2026 – SOCIAL MEDIA ASPROC”. Documentos exigidos: Prazo para envio: Até o dia 5 de março de 2026.

Justiça Social na Prática: Como o CRCS transforma a realidade ribeirinha no Médio Juruá

Neste Dia Mundial da Justiça Social (20 de fevereiro), a ASPROC reforça que a verdadeira igualdade na Amazônia começa pela garantia de uma economia justa e solidária para os povos da floresta. Quando falamos de justiça social no coração da Amazônia, não estamos falando apenas de conceitos abstratos. Estamos falando da garantia de que o suor do trabalhador ribeirinho será recompensado com dignidade, de que sua família terá comida na mesa por um preço justo e de que a floresta continuará em pé graças àqueles que nela habitam. Por décadas, a realidade das comunidades do Médio Juruá foi marcada por um ciclo de desigualdade. A dependência dos atravessadores (os chamados “regatões” ou “marreteiros”) gerava um endividamento histórico: as famílias compravam mantimentos básicos por preços exorbitantes e eram obrigadas a vender sua produção agroextrativista a valores muito abaixo do mercado. Foi para romper essa engrenagem de exploração que se estruturou, foi criada a ASPROC e consolidado o Programa Comércio Ribeirinho da Cidadania e Solidário (CRCS). Idealizado e gerido pela própria base da ASPROC, o CRCS é muito mais do que um sistema logístico. É o jeito próprio dos extrativistas da região do Médio Juruá produzir e comercializar a produção por meio de suas embarcações, polos comerciais estratégicos e uma rede de “cantinas” comunitárias o programa atua em duas frentes fundamentais: Para garantir que essa estrutura chegue a quem precisa, o projeto conta atualmente com 11 cantinas já prontas e em pleno funcionamento. Elas estão estrategicamente distribuídas nas comunidades de Vila Ramalho, São Francisco, Santo Antonio, Xibauazinho, Bom Jesus e Bauana, na RDS Uacari; e em Novo Horizonte, Nova Esperança, Roque, São Raimundo e Tabuleiro, na RESEX Médio Juruá. Expandindo ainda mais esse impacto, uma nova unidade será construída na comunidade Toari. Além da geração de renda, o impacto do CRCS beneficia 2.269 pessoas e cerca de 600 famílias. Esse esforço coletivo eleva a percepção de valor dos nossos produtos e do nosso território. Ao libertar o produtor das amarras financeiras, o comércio solidário devolve a essas populações a sua autonomia. Um grande exemplo dessa valorização é o arranjo coletivo para comercialização do Pirarucu, que envolve diretamente mais de 230 famílias manejadoras que comercializam produção num valor de 30% acima do praticado no estado. Esse arranjo garante que a história de quem maneja o peixe de forma sustentável seja reconhecida e respeitada até chegar à mesa do consumidor, conectando os dados econômicos às pessoas reais que fazem isso acontecer. Uma comunidade que consegue viver bem dos recursos naturais, com dignidade e segurança, torna-se a principal guardiã do seu território. A justiça social proporcionada pelo comércio justo é, portanto, a ferramenta mais eficaz para a conservação ambiental no Médio Juruá. Neste 20 de fevereiro, celebramos as conquistas de cada produtor e produtora que, através da união, provam todos os dias que um modelo econômico justo, solidário e sustentável na Amazônia não só é possível, como já é realidade.

ASPROC e IPAAM fortalecem diálogo institucional para atuação no território do Juruá

A ASPROC – Associação dos Produtores Rurais de Carauari reuniu-se com o diretor-presidente do IPAAM – Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, Gustavo Picanço. O encontro teve como foco a parceria institucional para apoiar as condicionantes de projetos financiados pelo BNDES e pelo Fundo Amazônia. Representando a associação, a coordenadora Ana Britto, e o gestor de projetos, Alexandre Garcia, apresentaram a estrutura da ASPROC e o projeto Juruá Sustentável e Solidário. A reunião buscou alinhar as atividades produtivas da região, garantindo a conformidade necessária para a continuidade dos investimentos. Para a ASPROC, o diálogo é fundamental para assegurar a segurança jurídica das operações e o desenvolvimento econômico sustentável da região, respeitando as diretrizes dos fundos financiadores.

📢 VAGA ABERTA – ASSISTENTE TÉCNICO RURAL

A Associação dos Produtores Rurais de Carauari – ASPROC está com processo seletivo aberto para a contratação de Assistente Técnico Rural para atuar no suporte técnico-administrativo, monitoramento e implementação de projetos institucionais em áreas de reservas extrativistas e comunidades tradicionais.  🌿 Principais Atividades   Atividades de Escritório: Realizar cadastros e validações em sistemas governamentais (CadÚnico, SIG Cisternas), organização documental física e digital, e elaboração de relatórios técnicos e planilhas de monitoramento.   Atividades de Campo: Realizar visitas técnicas, vistorias de tecnologias sociais implantadas, diagnósticos socioeconômicos e condução de reuniões comunitárias em áreas de reservas extrativistas.   Gestão da Informação: Inserção e monitoramento de dados em plataformas oficiais, elaboração de memoriais descritivos e registro fotográfico das ações.  👤 Perfil e Requisitos   Formação: Nível Técnico ou Superior (completo ou em andamento) em áreas como Agroecologia, Meio Ambiente, Gestão Ambiental, Agronomia, Administração ou afins.   Experiência: Mínimo de 02 (dois) anos em projetos sociais ou de desenvolvimento rural, preferencialmente com comunidades tradicionais/reservas extrativistas.   Conhecimentos: Domínio do Pacote Office e ferramentas Google; desejável experiência com sistemas públicos (SIG Cisternas, CadÚnico).   Disponibilidade: Para viagens frequentes e prolongadas (inclusive fluviais) para áreas rurais e de difícil acesso.  📍 Local e Condições  Local: Base no escritório da ASPROC em Manaus/AM, com deslocamentos frequentes outros municípios de abrangência.   Carga Horária: 44 horas semanais (Dedicação Exclusiva).   Regime: CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).  📄 Como se Candidatar  Envie os documentos: Currículo atualizado, Carta de Apresentação e Proposta Salarial para o e-mail sanearamazonia.am@gmail.com com o assunto: “ASSISTENTE TÉCNICO RURAL – ASPROC 2026”.  📅 Prazo para envio: até 23 de fevereiro de 2026. 

📢 VAGA ABERTA – ASSISTENTE TÉCNICO ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO

A Associação dos Produtores Rurais de Carauari – ASPROC está com processo seletivo aberto para a contratação de Assistente Técnico Administrativo e Financeiro para atuar na gestão administrativo-financeira e no apoio à execução de projetos institucionais. 🌿 Principais Atividades 👤 Perfil e Requisitos 📍 Local e Condições 📄 Como se Candidatar Envie os documentos: Currículo atualizado, Carta de Apresentação (máx. 01 página) e Proposta Salarial para o e-mail sanearamazonia.am@gmail.com com o assunto: “ASSISTENTE TÉCNICO ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO – ASPROC 2026”. 📅 Prazo para envio: até 23 de fevereiro de 2026. 

ASPROC supera desafios logísticos e realiza capacitações do Sanear Amazônia em 2025 

O projeto Sanear Amazônia, tendo a ASPROC como uma das executoras, avançou com uma série de ações de capacitação voltadas ao fortalecimento das famílias e das comunidades participantes em diferentes territórios. No total, 471 famílias foram beneficiadas diretamente pelas ações de inclusão produtiva.  Essas atividades, que aconteceram ao longo de 2025 e início de 2026, foram operacionalizadas no âmbito do Serviço Técnico de Acompanhamento Familiar para a Inclusão Produtiva (SAFISP), que estruturou metodologicamente as ações realizadas no território em dois formatos principais: visitas familiares individuais, feitas casa a casa, e atividades coletivas, com encontros organizados para formações em grupo.  Além do acompanhamento técnico, o projeto viabiliza o desenvolvimento econômico local: cada família recebe um valor de R$ 4.600,00 para investir em atividades que gerem renda. Ao todo, o investimento injetado nas comunidades soma R$ 2.166.600,00, aplicados em frentes como produção de farinha, açaí e hortaliças, criação de animais (porcos, galinhas e patos), plantação de banana, além de serviços de beleza, venda de cosméticos, roupas e produtos alimentícios.  Ações por Território  Na Floresta Nacional de Tefé (Flona Tefé), em Tefé e Alvarães (AM), o projeto contou com a parceria da Apade (Associação dos Moradores e Produtores Agroextrativista da Flona de Tefé e Entorno) para atender 192 famílias. Foram executadas três visitas individuais ao longo do ano, garantindo acompanhamento direto com orientações personalizadas. Além disso, foram realizadas duas atividades coletivas: “Acesso a políticas públicas” (abril) e “Gestão financeira” (outubro).  No território da RESEX Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC), a parceria com a ASSC (Associação dos Seringueiros do Seringal Cazumbá) beneficia 210 famílias. O Sanear Amazônia realizou três visitas individuais (agosto, novembro e dezembro), além de formações coletivas voltadas ao diagnóstico e fortalecimento das atividades produtivas em maio e capacitação em Gestão Financeira em dezembro.  Já no território da RESEX Auati-Paraná, em Fonte Boa (AM), o projeto atua junto a 69 famílias em parceria com a AAPA (Associação Agroextrativista de Auati-Paraná). Foram realizadas duas visitas individuais nos meses de setembro e novembro, além de uma atividade coletiva de Gestão Financeira também em novembro, apoiando a autonomia na organização financeira das iniciativas locais.  Na Resex Alto Tarauacá, no município de Jordão (AC), foi realizada a primeira capacitação técnica (teórica e prática) de pedreiros, voltada à construção e manutenção do sistema. Essa formação garante a autonomia comunitária e a sustentabilidade dos sistemas.  Desafios logísticos e realidades remotas   A atuação da ASPROC enfrenta desafios logísticos complexos devido ao isolamento geográfico de territórios como o município de Jordão (AC), um dos mais remotos da região. O acesso, realizado quase exclusivamente por pequenos voos e principalmente por vias fluviais, porém o rio é estreito e requer uso de embarcações pequenas, o que torna o transporte de materiais e o deslocamento de equipes uma operação de alta complexidade.   Jordão enfrenta dificuldades históricas no acesso a serviços básicos e sofre impactos recorrentes do nível dos rios, o que torna a implantação das tecnologias sociais e a autonomia comunitária peças fundamentais para a resiliência das famílias atendidas.  As ações realizadas reforçam o compromisso do Sanear Amazônia com processos de capacitação contínua, valorizando o acompanhamento próximo às famílias e o fortalecimento das comunidades por meio de formações que contribuem diretamente para a autonomia, a organização e o acesso a direitos.  A próxima capacitação será em Cruzeiro do Sul, na comunidade Alagoas.  Sobre o SANEAR  O projeto faz parte do Programa Cisternas do Governo Federal e promove segurança hídrica e inclusão produtiva em comunidades extrativistas. Pela ASPROC, é executado com parceria do CNS e Memorial Chico Mendes, sendo financiado pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) por meio do Programa Brasil sem Miséria.